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Organização fornece alimentos para 90 milhões de pessoas anualmente

January 20, 2018

O “World Food Programe” (WFP) ou “Programa Mundial de Alimentação” (PMA) é a maior agência humanitária do mundo que fornece em média, a cada ano, alimentos para 90 milhões de pessoas em 80 países, no total são 58 milhões de crianças. A PMA é a filial de auxílio alimentar da Organização das Nações Unidas. Da sua sede em Roma e de escritórios em mais de 80 países ao redor do mundo, as ações da PMA ajudam pessoas incapazes de produzir ou obter alimento suficiente para si e para suas famílias.

 

 A PMA tem por intuito erradicar a fome e a desnutrição, com o objetivo final de eliminar a própria necessidade de ajuda alimentícia. A principal atividade da PMA, conforme indicado em sua missão, é fornecer ajuda alimentar para salvar vidas em campos de refugiados e outras situações de emergência. O programa ajuda também no desenvolvimento de recursos próprios e promoção de auto-sustentabilidade de povos e de comunidades pobres, particularmente com os programas de trabalho intensivo. 

                                                                                      (Imagem: wfp.org)

 

A PMA não age somente em situações de emergências. A organização também trabalha para ajudar os famintos a obter a sua segurança alimentar no futuro. Essa ajuda é dada através de programas que usam o alimento como um meio para construir um patrimônio, difundir o conhecimento e incentivar as comunidades a ser mais forte e mais dinâmica.

 

Uma das ações da WFP é fornecer, todos os anos, alimentos a mais de 20 milhões de crianças nas escolas, o que incentiva as famílias a manter os filhos estudando e a construir um futuro melhor. Sem fome, as crianças apresentam um melhor desempenho acadêmico e maior concentração nos estudos.  

 

Aos adultos, a WFP fornece alimentos para pessoas famintas em troca de que trabalhem em projetos de desenvolvimento profissional. Quando as pessoas não têm a preocupação com a próxima refeição que irão ter, por exemplo, os agricultores têm o tempo e energia para construir sistemas de irrigação que podem aumentar a produção.

                                                                                                (Imagem: wfp.org)

 

Os programas alimentares têm por objetivo que os famintos possam dedicar seu tempo à aprendizagem de competências, tais como apicultura, corte e costura, ou até mesmo a alfabetização, o que irá ajudá-los a gerar renda no futuro.

 

A WFP desenvolve experiências em várias áreas, incluindo a análise da segurança alimentar, nutrição, compra de alimentos e logística, para oferecer as soluções mais eficazes de apoio no combate à fome.

 

Em 2006, a PMA distribuiu 4 milhões de toneladas de alimentos a 87,8 milhões de pessoas em 78 países. Cerca de  63,4 milhões dos beneficiados foram ajudados em operações de emergência, incluindo vítimas de conflitos, desastres naturais e dificuldades econômicas em países como Quênia, Líbano e Sudão. As despesas diretas da PMA alcançaram U$$ 2,9 bilhões, com a maior parte do dinheiro sendo gasto em Operações de Emergência e nos casos de necessidade imediata. A maior operação da PMA em 2006 ocorreu no Sudão, onde o programa alcançou 6,4 milhões de pessoas. Em segundo e em terceiro lugar estão, respectivamente as operações na Etiópia e no Quênia.

                                                                                                  (Imagem: wfp.org)

 

As operações da PMA são financiadas por doações voluntárias dos governos do mundo, empresas e doações anônimas.

Atualmente, 870 milhões de pessoas sofrem com desnutrição em todo o mundo. Isso significa que uma em cada oito pessoas não tem alimentos suficientes para viver de forma saudável e ativa. Na verdade, a fome e a desnutrição são o principal risco para a saúde em todo o mundo - mais do que a AIDS, malária e tuberculose juntas.

 

As principais causas da fome são as catástrofes naturais, conflitos, pobreza, falta de infra-estrutura agrícola e a exploração excessiva do meio ambiente.

 

 A fome causa uma deficiência de micronutrientes, o que torna as pessoas mais suscetíveis a doenças infecciosas, prejudica o desenvolvimento físico e mental, redução da produtividade do trabalho e aumenta o risco de morte prematura.

 

A desnutrição não causa só os impactos sobre o indivíduo, mas também impõe um fardo econômico sobre o desenvolvimento global. Economistas estimam que uma criança cujo desenvolvimento físico e mental é atrofiado pela fome e desnutrição pode deixar de receber entre 5 e 10 por cento de receita em sua vida.  

 

Entre os “Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”, que a Organização das Nações Unidas estabeleceu para o século XXI, lidera a lista a meta de reduzir pela metade a proporção de pessoas que passam fome.

 

 

Fonte: wfp.org.es

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