Brasil reduz em 34% consumo de substâncias que prejudicam a camada de ozônio

O Brasil se adiantou no trabalho de proteção da camada de ozônio, com a redução do consumo de hidroclorofluorcarbonos (HCFCs) pelos setores de refrigeração e espumas. O País cortou em 34% o uso desses compostos nocivos.

foto - friendsoftheearth.uk

Essa camada atmosférica é responsável por filtrar os raios solares, cuja incidência está associada ao aparecimento de doenças como o câncer de pele e ao aquecimento global. A antecipação do resultado foi de três anos pelo Brasil.

A medida faz parte de um acordo internacional entre países em desenvolvimento. Há 30 anos, foi ratificado com a assinatura do Protocolo de Montreal.

O Protocolo de Montreal começou a valer em 1987 e tem a adesão de 197 países que assumiram o compromisso de eliminar a geração e uso de substâncias nocivas à camada de ozônio, como clorofluorcarbonos (CFCs), que eram usados em geladeiras, e os HCFCs.

Três anos depois o Brasil aderiu ao acordo e, em 2010, extinguiu o consumo dos CFCs. Apesar de menos agressivos, os HCFCs também devem ser substituídos por outros compostos que não destruam a camada.

A meta é de que até 2040 essas substâncias não sejam mais usadas. Eles são encontrados em equipamentos de refrigeração e ar-condicionado, e também colchões, estofados e volantes de carro.

Reprodução - http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2017/09/brasil-se-antecipa-e-reduz-em-34-consumo-de-substancias-que-prejudicam-camada-de-ozonio

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