Universitária registra patente de composto de própolis verde contra avanço da Covid

A estudante brasileira Natália Raquel Silva de Oliveira do curso de Farmácia do Centro de Educação e Saúde, CES – da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG, registrou uma patente farmacêutica com um composto de própolis verde para tratamento e prevenção da Covid-19.


A descoberta dela foi fruto de um projeto de iniciação científica. Na pesquisa, a aluna de graduação fez simulações de interação entre várias substâncias presentes na própolis verde com uma proteína de replicação viral do SARS-CoV e encontrou três substâncias com potencial virucida: dois sesquiterpenos e um flavonóide.


O professor Rafael Trindade, um dos orientadores da Natália, explica que os compostos da própolis verde inibem a reprodução do vírus, impedindo que a doença avance: “os resultados são bem animadores e incentivam a continuidade da pesquisa”, disse.


“Pretendemos no futuro isolar estas três substâncias promissoras e testá-las para ver qual a composição mais eficiente”, diz o professor da UFGG.


Rafael conta que eles decidiram depositar a patente para assegurar proteção em território nacional.


A ideia é firmar parceria com alguma empresa farmacêutica interessada em produzir a composição.


E agora a @mbeemel, juntamente com a @imunipropolis , lança, além do já conhecido própolis extrato de própolis verde, o extrato de própolis de abelha nativa mandaguari, um produto inédito no nosso mercado e com um potencial gigante a ser trabalhado nos próximos anos. Proveniente do Oeste de SC, este é um produto que traz o DNA das montanhas do local, rico em flavonoides e de sabor e aroma bem mais acentuados que o própolis convencional, mas com as mesmas propriedades bactericidas e anti-inflamatórias.

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